Piracicabano é campeão sul-americano de Jiu-Jitsu

Paulo Santos é lutador há sete anos e coleciona títulos e medalhas - Crédito foto: Leonardo Moniz/Líder Esportes

O piracicabano Paulo Santos, 46, conquistou o título sul-americano de Jiu-Jitsu na categoria master 4, peso leve (-76 kg), em competição disputada no último final de semana, na cidade de Embu das Artes. De quebra, faturou a medalha de bronze no torneio absoluto organizado pela CBJJE (Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu Esportivo), que reuniu as categorias master 3 e 4, sem divisão de peso.

Para conquistar o título, o atleta fez quatro lutas e venceu três por finalização, garantindo mais duas medalhas para a coleção de 120 que possui na carreira. No início deste ano, o piracicabano já tinha conquistado quatro medalhas em dois eventos simultâneos, realizados na cidade de Araçariguama (SP) – foram dois bronzes no Mundial Nogi Natural Submission Fight, sem quimono e mais dois ouros no BJJ Região Campinas Gi, fechando o torneio com quimono no lugar mais alto do pódio, tanto na categoria master 4, quanto no absoluto.

“Essa foi a minha segunda participação em competições neste ano e o ritmo faz muita diferença, quem é competidor sente isso. Gosto de disputar dois campeonatos por mês, mas em 2021 lutei apenas dois em seis meses. Senti que estava ‘travado’, faltou agilidade, mas apesar dos resultados positivos, eu nunca me dou por satisfeito.” – falou Paulo.

Na sequência da temporada, o lutador piracicabano volta as suas atenções para o Campeonato Sul-Americano da IBJJF (sigla em inglês para Federação Internacional de Jiu-Jitsu Brasileiro), evento que será realizado no último fim de semana do mês de julho, no Rio de Janeiro.

“Tenho um mês para treinar. Faço duas horas e meia diariamente de trabalho técnico de Jiu-Jitsu com um pouco de corrida e pedalada.” – disse o atleta que defende a equipe Alliance JJ, sob o comando do mestre Flávio Junqueira.

Objetivos

Paulo Santos espera continuar competindo e aproveitando que as federações têm as categorias master 5 e 6, o que lhe permitirá mais uns bons anos para competir. Ele acredita que é importante seguir na carreira e tem o sonho de tornar-se faixa preta para montar a sua própria academia e incentivar outros atletas a competir. “Essa transição de atleta para treinador será natural.” – completou o piracicabano.

Da Redação

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