Piracicabano é medalha de bronze na 37ª Maratona Internacional de Porto Alegre: ‘feliz com a marca’

Foto: Divulgação

Com ótimo resultado no RS, atleta espera conseguir índice para a elite da São Silvestre, em dezembro

O maratonista Antonio Marco, radicado em Piracicaba, conquistou um ótimo resultado na 37ª Maratona Internacional de Porto Alegre, neste domingo, 12. Marco ficou em terceiro lugar na tradicional corrida, que reuniu boa parte da elite brasileira e vários atletas estrangeiros. No evento, segundo a prefeitura local, participaram 15 mil atletas de 16 países e faz parte das comemorações dos 250 anos da capital gaúcha.

Marco fechou os 42,195 km de prova com o tempo de 2h19min36seg e ficou a pouco mais de dois minutos do campeão, o baiano Geilson dos Santos, que marcou 2h17min21. Entre as mulheres, a etíope Atalem Tarefe Tesfaw conquistou a medalha de ouro, com a marca de 2h40min31.

A boa marca na Maratona Internacional de Porto Alegre credencia o atleta da Noiva da Colina a pleitear uma vaga na elite na Corrida Internacional de São Silvestre (SS), seu principal objetivo no ano. “Eu ainda preciso verificar ainda se a marca será válida (como índice para a SS), mas como eu peguei pódio acredito que valerá sim”, espera.

A Corrida de São de Silvestre é realizada anualmente em São Paulo, no dia 31 de dezembro, e fecha o calendário esportivo no país. Sair entre os atletas de elite é importante porque evita largar junto com o “povão” e, consequentemente, proporciona uma chance real de finalizar a prova entre os melhores colocados.

ESTRATÉGIA
Sobre a corrida deste domingo, o piracicabano lembrou que foi sua primeira experiência nessa distância, mas soube superar as dificuldades, controlando a parte psicológica, e completou mais esse desafio com um grande resultado. “Maratona é uma prova muito estratégica; administrei o ritmo, a mente e a consistência na passada para que conseguir fazer uma boa marca”, explicou Marco.

Ele lembrou também que o clima em Porto Alegre foi outro desafio para os atletas, principalmente no início da prova, quando os competidores ainda estavam se ambientando à baixa temperatura. “Estava um frio de 5° graus, com sensação de 3° e com muito vento, mas mantive o ritmo consistente e assim concluí com sucesso”, finalizou.

Erivan Monteiro
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