Pit bull em situação de maus-tratos é resgatado pela Deic

Um filhote de pit bull com aproximadamente um ano e meio foi resgatado ontem (20) pelos policiais civis da Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais). Eles estavam na Comunidade Renascer, quando se depararam com o animal acorrentado em uma casa abandonada. O antigo dono se mudou e deixou o cachorro para trás.

A delegada da Deic, Juliana Ricci, disse as equipes localizaram o cão em uma situação precária. “O animal foi trazido à delegacia e receberá os atendimentos veterinários”, disse a delegada.

A protetora e vereadora Alessandra Bellucci enfatizou que foi o segundo caso registrado na cidade envolvendo maus-tratos a pit bull. “Vamos fazer um alerta à população, os casos de maus-tratos será averiguado como deve ser feito. Dependendo do caso vai dar cadeia, sim”, enfatizou Alessandra.

A veterinária Júlia Flórios avaliou o animal e considerou que estava caquético. Possivelmente não resistiria mais dois dias. “O cão não se alimentava com ração há pelo menos 15 dias e possivelmente comia as próprias fezes. Devido à situação do animal, possivelmente ele se alimentava de pão ou restos de comida que era dada pelos vizinhos por cima do muro”, disse a profissional.

A veterinária disse ainda que o animal estava amarrado em uma corrente curta e mal conseguia dar dois passos. “O pit bull, aparentemente, está com doença de pele e infestado por carrapatos e pulgas”, acrescentou Júlia. Quando chegou à delegacia estava faminto e comeu aproximadamente dois quilos de ração.

O cão fez exame de sangue para conferir se tem algum tipo de doença e depois levado para um lar temporário. Possivelmente deverá ser colocado para adoção.

ADESTRAMENTO

A vereadora disse ainda que o adestrador Anderson Moreira se prontificou a fazer um trabalho de socialização com o novo adotante, caso considere necessário. “É um animal filhote ainda e muito dócil”,completou Bellucci.

SEGUNDO CASO

Há 15 dias, outro cão da mesma raça com extrema magreza foi resgatado, em Anhumas. O tutor, relatou aos guardas da Patrulha Rural que não tinha condições de ficar com o animal e aceitou fazer a doação. O cachorro passou por atendimento veterinário e depois levado à um lar temporário até que tenha condições de ser.

Ele alegou que gostava muito de seu cachorro, mas não estava com condições de cuidar dele. Ele pediu um prazo até sexta-feira (09) para conseguir levá-lo ao veterinário. No entanto, os patrulheiros retornaram na casa e o responsável acabou aceitando assinar um termo de doações, em que assume que não terá mais direito sobre o animal em qualquer situação.

A delegada da Deic, Juliana Ricci, disse as equipes localizaram o cão em uma situação precária. “O animal foi trazido à delegacia e receberá os atendimentos veterinários”, disse a delegada.

A protetora e vereadora Alessandra Bellucci enfatizou que foi o segundo caso registrado na cidade envolvendo maus-tratos a pit bull. “Vamos fazer um alerta à população, os casos de maus-tratos será averiguado como deve ser feito. Dependendo do caso vai dar cadeia, sim”, enfatizou Alessandra.

A veterinária Júlia Flórios avaliou o animal e considerou que estava caquético. Possivelmente não resistiria mais dois dias. “O cão não se alimentava com ração há pelo menos 15 dias e possivelmente comia as próprias fezes. Devido à situação do animal, possivelmente ele se alimentava de pão ou restos de comida que era dada pelos vizinhos por cima do muro”, disse a profissional.

A veterinária disse ainda que o animal estava amarrado em uma corrente curta e mal conseguia dar dois passos. “O pit bull, aparentemente, está com doença de pele e infestado por carrapatos e pulgas”, acrescentou Júlia. Quando chegou à delegacia estava faminto e comeu aproximadamente dois quilos de ração.

O cão fez exame de sangue para conferir se tem algum tipo de doença e depois levado para um lar temporário. Possivelmente deverá ser colocado para adoção.

ADESTRAMENTO

A vereadora disse ainda que o adestrador Anderson Moreira se prontificou a fazer um trabalho de socialização com o novo adotante, caso considere necessário. “É um animal filhote ainda e muito dócil”,completou Bellucci.

SEGUNDO CASO

Há 15 dias, outro cão da mesma raça com extrema magreza foi resgatado, em Anhumas. O tutor, relatou aos guardas da Patrulha Rural que não tinha condições de ficar com o animal e aceitou fazer a doação. O cachorro passou por atendimento veterinário e depois levado à um lar temporário até que tenha condições de ser.

Ele alegou que gostava muito de seu cachorro, mas não estava com condições de cuidar dele. Ele pediu um prazo até sexta-feira (09) para conseguir levá-lo ao veterinário. No entanto, os patrulheiros retornaram na casa e o responsável acabou aceitando assinar um termo de doações, em que assume que não terá mais direito sobre o animal em qualquer situação.

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Cristiani Azanha
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