Material arrecadado será entregue a oito entidades e grupos assistenciais de Piracicaba (foto: Divulgação)

Os policiais civis do 5o Distrito Policial encerraram a campanha do agasalho com a arrecadação de 589 cobertores novos que foram doados para oito entidades assistenciais e grupos que atuam em prol das pessoas em vulnerabilidade social.

O delegado Fábio Rizzo de Toledo disse que a iniciativa para a realização da campanha é da Polícia Civil e foi idealizada pelos funcionários de sua unidade policial. “Ficamos muito felizes com o resultado.Quero agradecer á todos que contribuíram para proporcionar mais conforto e dignidade para as pessoas necessitadas”, disse o delegado.

Para Toledo, a campanha também foi importante para aproximar a Polícia Civil da comunidade. As doações foram recebidas diretamente na avenida Cristovão Colombo, 2.606, no bairro Algodoal.

“Fizemos as entregas ao longo da campanha, pois passamos por um período de tempo mais frio e as pessoas necessitadas não poderiam esperar. Por isso, assim que começamos a receber uma entrega razoável das unidades, já procuramos as entidades e grupos para o recebimento”, completou o delegado.

A primeira entrega de cobertores foi na Casa do Bom Menino. Atualmente, a entidade cuida de 106 crianças e adolescentes, dos dois sexos, de zero a 18 anos. Todos foram acolhidos em situação de vulnerabilidade social. Além dos abrigados na unidade, a entidade administra oito casas-lar na cidade.

O Lar Franciscano, instituição que oferece assistência gratuita em Piracicaba há 65 anos também receberam os cobertores. A entidade oferece o serviço de acolhimento institucional na cidade de Piracicaba e atende gratuitamente crianças e adolescentes em condições de vulnerabilidades, riscos sociais, com dificuldades intelectuais e múltiplas.

O grupo “Aquecendo uma vida”, que faz um trabalho com moradores de rua da cidade também receberam parte das doações. “Ficamos muito felizes com o resultado e pretendemos fazer outros tipos de campanha em breve”, acrescentou o delegado.

Segundo ele, durante o período da campanha, que durou aproximadamente dois meses, os policiais fizeram a arrecadação exclusivamente cobertores e não aceitaram qualquer quantia em dinheiro.

Cristiani Azanha
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