Polícia Militar deflagra a Operação Ferro Velho

Tripulantes do Águia deram apoio (Base de Aviação de Piracicaba)

Policiais militares do 10º BPM/I (Batalhão da Polícia Militar) iniciaram nesta terça-feira (08), em Piracicaba, a Operação Ferro Velho. O objetivo é fiscalizar os estabelecimentos que trabalham nessa categoria, a fim de identificar a existência de materiais de origem ilícita ou qualquer outra irregularidade. Do total de 35 estabelecimentos fiscalizados, cinco foram lacrados e seis notificados. Durante a atividade, 75 pessoas foram abordadas, 30 boletins de ocorrências da PM e GC lavrados; 23 Raias (Relatórios de Averiguação de Incidentes Administrativos), dois autos de infração e uma caminhonete recolhida.

A operação contou ainda com apoio da Polícia Civil, CPFL, Prefeitura de Piracicaba por meio dos órgãos de fiscalização: Guarda Civil Municipal, Semae,  (Serviço Municipal de Água e Esgoto),  Sedema (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Cemel (Central de Monitoramento Eletrônico), além dos tripulantes do Águia da PM.

No primeiro dia de operação as equipes tiveram como prioridade os locais irregulares ou clandestinos, para combater furtos de materiais como: fios, tampas de bueiros, gradil, relógio de água, relógio de luz, bem como verificar contaminação de solo, furtos de energia elétrica e contrabando.

A atividade continuou ao longo do dia em vários locais com intuito de combater os receptadores de produtos de furto.

MAPEAMENTO

O capitão Runho disse que a PM fez o levantamento dos principais materiais que estavam sendo furtados. “Fizemos o mapeamento dos pontos sensíveis da cidade e identificamos os estabelecimentos  que poderiam comprar esses tipos de materiais. Levantamos todos os estabelecimentos com ou sem licença da prefeitura. Optamos inicialmente, naqueles que não têm”, relatou o policial.

O comandante do Batalhão, tenente-coronel Alexandre Luiz Bergamasco Pedro que assumiu o posto recentemente, já tinha adiantado que pretendia atuar contra os possíveis receptadores, que abastece o círculo vicioso de outros crimes, como o furto e o roubo de cabos, por exemplo, que são vendidos a R$ 32, o quilo.

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Cristiani Azanha

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