Pontos fortes e fracos: saiba como identificá-los e em quais focar no seu desenvolvimento profissional

Foto: Freepik

Não adianta só fazer a lista: após refletir sobre esses pontos, veja como utilizar o conhecimento em sua carreira

Avaliar-se em busca dos próprios pontos fortes e fracos pode parecer uma tarefa abstrata, mas é essencial na rota para o autoconhecimento e o autodesenvolvimento.

Dessa forma, iniciar um processo de autodesenvolvimento passa por uma questão inicial: “O que eu quero desenvolver?” Para responder, é necessário refletir sobre seus pontos fortes e fracos e como cada um impacta sua vida, algo que entrevistadores costumam perguntar aos candidatos que estão em busca de emprego, durante os processos seletivos.

Os exercícios a seguir, elaborados pela psicóloga e fundadora de importantes cursos de autoconhecimento Stephanie Crispino podem te ajudar a elaborar as respostas.

COLOQUE NO PAPEL
Para começar, faça duas colunas numa folha de papel. De um lado ficarão seus pontos fortes (aquilo em que você é consistentemente bom, no que se destaca e causa de elogios) e, do outro, os pontos fracos (o que atrapalha sua performance, do que sente falta e dicas de melhoria que já recebeu). Não há uma lista fechada de características que podem ser pontos fortes de uma pessoa: a gama de coisas que podem servir de exemplos de pontos fracos e fortes é extremamente ampla.
Alguns exemplos são: Falar bem em público (ou não); Entregar suas tarefas dentro do prazo (ou não); Tomar para si novas responsabilidades tranquilamente (ou não); Solucionar problemas de maneira criativa (ou não); Resolver conflitos (ou não); Ter (ou não ter) fluência em outro idioma e Objetividade (ou não), para delegar melhor as tarefas.

FAÇA UMA RETROSPECTIVA
Em seguida, faça uma retrospectiva de sua atuação no ano ou semestre anterior, reflita com calma e pontue cada item com um exemplo real, ou seja, situações em que esse ponto forte ou fraco se mostrou presente. Pergunte-se em quais momentos seu desempenho é alto e suas características pessoas são positivas e em quais momentos acontece o oposto.

DESENVOLVA HABILIDADES
Com o material da reflexão anterior em mãos, pense no que você quer desenvolver e sobre o que é, de fato, prioridade de desenvolvimento. Pense no impacto da competência na sua vida e se ela vai te ajudar a atingir seus objetivos.

PEÇA UM FEEDBACK
Para quem quiser se aprofundar ainda mais, Stephanie sugere pedir feedback de pessoas em seu convívio e que não tenham medo de criticá-lo. “É possível pedir que façam isso até de maneira anônima, por intermédio de Google Forms, por exemplo, caso deixe-as mais confortáveis na hora de responder”, aconselha. Ao comparar sua autoavaliação com a avaliação externa, um quadro mais realista de atuação começa a surgir. “É um contraste da minha percepção de mim mesma com a que os outros têm de mim”, resume Stephanie.

Laís Seguin
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