Por que as empresas quebram?

Tenho observado com a experiência que tenho em grandes empresas que gerenciei pelo Brasil, nas Consultorias que faço e, juntamente com a experiência do atendimento clínico através da Psicanálise, que um dos gargalos mais perigosos nesse tema reside no entendimento e na elaboração do planejamento (seja ele no âmbito pessoal ou empresarial) e, se estratificarmos um pouco mais a análise, percebemos que o ponto crítico é que muitos planejamentos são feitos com base nas consequências e não nos sintomas e causas, o que tem trazido muitos prejuízos corporativos, em todos os setores e abordagens, além dos conflitos internos, no âmbito pessoal. Técnicas para isso existem, e não há dificuldade para o entendimento e a aplicação, porém, convido meu leitor a refletir hoje sobre a base estrutural que inicia e dá sustentação vitoriosa a tudo isso.

“Você sabe que encontrou a felicidade quando vive um momento que não quer que acabe”. (Filósofo Clóvis de Barros Filho). Mas o que isso tem a ver com o tema desta semana? Com base nessa frase inspiradora, convido empresários e funcionários a se perguntarem: “É assim que me sinto na Empresa que trabalho?” Se a resposta for qualquer coisa diferente de sim, o diagnóstico é desanimador a curto, médio e longo prazos, para todos. Vamos refletir?

Fazer o que se ama é o princípio fundamental para qualquer outra coisa dar certo. Se você não está fazendo o que ama, ou se nem sabe o que quer para sua vida, esqueça qualquer possibilidade de dar potência máxima no que faz, portanto (e por lógica), a chance de sucesso diminui a cada tentativa, pois a frustração interna estará no comando. Líderes de sucesso se debruçam sobre isso… Empresas de sucesso valorizam isso…

E uma das consequências das falhas nesse planejamento (por exemplo) são empresas que proporcionam treinamentos a seus colaboradores, em vários temas, mas num verdadeiro ciclo de desperdício de tempo, energia e dinheiro, pois há uma grande diferença entre eficiência e eficácia, entre o que se precisa realmente e o que está se fazendo, por vários motivos. Além de tantos outros exemplos…

Gradativamente, a inteligência está revelando a importância do QE (coeficiente de inteligência emocional) e o raciocínio é bem simples e objetivo: 80% do sucesso das Empresas e das Pessoas está ligado à Inteligência Emocional, conforme cita Daniel Goleman, considerado mundialmente o “pai” da Inteligência Emocional.

Isto explica a existência de tantos chefes e de tão poucos líderes.
Isto explica tantos treinamentos técnicos sobre funções e atividades, porém sem retorno ou melhoria nos resultados.
Isto explica demissões de colaboradores altamente técnicos (QI), tantos processos judiciais dolorosos, péssimos climas organizacionais, doenças emocionais causadas pelo trabalho, falta de resultados e crescimento. Prejuízo emocional e financeiro.

Se sua Empresa não tem atingido os resultados esperados ou se os colaboradores não estão com potência máxima no que fazem, saiba que um dos pilares mais poderosos para a transformação desse cenário está diretamente ligado ao nível do Gerenciamento Emocional existente em todos os setores da Organização.

Entenda melhor como isso realmente funciona, saia do círculo vicioso da derrota, resolva os problemas de forma inteligente e eficaz, agindo diretamente na raiz deles e comece, então, a ver sua Empresa e sua vida trilhar o caminho do crescimento e do sucesso; e o mais importante: num ambiente de alegria, prazer e prosperidade.

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