DRS-10: “Melhor presente de Natal é se proteger”, diz nova diretora

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Regiane, agora diretora, entrou na DRS-10 na gestão de Hamilton Bonilha | Foto: Claudinho Coradini/JP

Regiane Portes Mendes é oficialmente desde o o dia 28 de novembro a nova diretora da DRS-10 (Diretoria Regional de Saúde), que assim como o antigo profissional a ocupar o cargo, o médico infectologista Hamilton Antonio Bonilha de Moraes, tem pela frente o enfrentamento da pandemia da covid-19.

A crise da nova doença do novo coronavírus, ela avisa, está longe de uma flexibilização ou fim, e é preciso que toda população tenha consciência do perigo a frente. “O melhor presente de Natal é se proteger”, ela fala.

Regiane, desta forma, é quem olha para situação da covid-19 não apenas em Piracicaba, mas para as 26 cidades que compõem o Colegiado de Gestão Regional (CGR): Águas de São Pedro, Analândia, Araras, Capivari, Charqueada, Conchal, Cordeirópolis, Corumbataí, Elias Fausto, Engenheiro Coelho, Ipeúna, Iracemápolis, Itirapina, Leme, Limeira, Mombuca, Piracicaba, Pirassununga, Rafard, Rio Claro, Rio das Pedras, Saltinho, Santa Cruz da Conceição, Santa Gertrudes, Santa Maria da Serra e São Pedro.

São 30 anos de carreira pública na área da Saúde, conta. Passou pelo Ersa (Escritório Regional de Saúde), de Limeira e de Piracicaba, atuou nos setores de finanças e regulação na DIR (Departamento Regional de Saúde) do município e chegou à DRS-10 na gestão de Bonilha. O último cargo, antes do atua, foi diretora de planejamento.

“Assumi por indicação do Bonilha e darei continuidade à gestão do infectologista, com muita dedicação e consentimento à vida”, destaca Regiane. Como ela aponta, o trabalho de conscientização e aplicação de medidas sanitárias contra o vírus começa internamente. “Orientamos demais os funcionários quanto às medidas de segurança”.

Sobre a atuação em uma região tão ampla, de 26 cidades, a diretora explica que é preciso olhar a realidade de cada local. “A covid-19 não diferencia lugar”. No entanto, é também preciso pensar coletivamente. “As pessoas circulam sempre por estes municípios, por isso as orientações básicas são iguais: usar sempre máscara, evitar aglomeração e higienizar constantemente as mãos”.

E o regresso à fase amarela, acredita Regiane, é um mais do que um alerta de que a pandemia é, ainda, uma realidade na região, no Brasil e no mundo. “Piracicaba teve um pico de casos no dia 25 de novembro”. Hoje, outra frente de ação da DRS-10 tem a ver este momento. “Pleiteamos junto ao Estado de São Paulo reativar os leitos do Hospital Regional para a covid-19”, revela Regiane.

Erick Tedesco

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