Presidente da Associação do Convívio do Serrote contesta reclamações

Associação corre atrás da normalização do loteamento (Foto: Amanda Vieira/JP)

A edição do Jornal de Piracicaba da última quinta-feira (7 de maio), publicou reportagem sobre os problemas que os moradores do Convívio do Serrote têm enfrentado, como falta de água e energia própria e a falta de iluminação pública. As reclamações foram feitas por duas moradoras que entraram em contato com a redação.

No entanto, a vice-presidente da Associação dos Moradores do local, Patrícia Martins Mendes, contestou as reclamações feitas por elas e dizendo que, além de não serem moradoras, o local enfrenta, sim problemas, mas não da forma como foram denunciados. “Verdade é que o Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto) e a CPFL Paulista ainda não realizaram os serviços devido à irregularidade do loteamento, mas estamos em processo de regularização. Não é certo as pessoas comprarem algo que é irregular e ainda exigirem seus direitos. Aqui há dois proprietários que têm água, mas acredito que de forma incorreta”, explicou Patrícia.

A reclamação feita anteriormente acusava a Associação de cobrar uma taxa a mais de seus moradores para terem água e energia. “Não sou vendedora de água, nem energia. A taxa é de R$ 40, sendo que metade é para mim e meu esposo, em razão de realizarmos os serviços daqui. Quando estoura um cano, é meu marido que conserta. Contratamos as máquinas para realizar os serviços na rua também. Tenho a documentação de todos os relógios”, detalhou a presidente, que também explicou para onde vai a outra metade. “A outra parte é usada para comprar telas, cascalhos, portanto ninguém paga para usar água e força”, comentou.

Em relação a falta de água, Patrícia destacou que em alguns momentos o Convívio fica realmente sem, mas não que foi explícita. “As pessoas não coletam água em tambor para usar. Alguns moradores preferem colocar a água emtambor, mas não é usado nas casas. Nunca chegamos ficar 12 horas sem água. Quando acaba de manhã, ela volta a tarde. Só quando tem muitas pessoas no Convício que ficamos sem água em algumas ocasiões, já que tem muitas casas e um único relógio que abastece”, disse.

Mauro Adamoli