Priscila Fantin e Bruno Lopes, casal em cena e na vida real, atuam hoje no Losso Netto | Foto: Esrudio Fase

Casal no palco e na vida real, os atores Priscila Fantin e Bruno Lopes apresentam hoje, às 21h, no Teatro Municipal Dr. Losso Netto, a comédia romântica “Precisamos falar de amor sem dizer eu te amo”, que roda o Brasil desde junho de 2018. Assinantes do Clube JP têm 30% de desconto no ingresso, que pode ser adquiridos na bilheteria do teatro, das 14h às 19h, e no site megabilheteria.com.

Em entrevista exclusiva ao Jornal de Piracicaba, Priscila Fantin conta que este é um projeto em que os atores, ela e o marido e ator Bruno, tem total liberdade para fazer improvisos em cena, assim como fazer constantes ajustes no roteiro. Ele complementa. “Um confia muito no trabalho do outro, então, a brincadeira espontânea em cena vem sempre para agregar, ninguém quer aparecer mais do que o outro”, afirma Lopes, também em conversa ao telefone para o JP.

“Precisamos falar de amor sem dizer eu te amo” é o que o casal chama de “espetáculo de ator”. “O cenário é simples, porque o foco é a atuação, gira em torno da dinâmica criada pelos protagonistas. É simples, também, para facilitar rodar o Brasil, como fazemos”, destaca Priscila. Desde que estreou, a peça já foi apresentada no Rio de Janeiro, por diversas cidades de São Paulo, além de Bahia, Pará, Minas Gerais, entre outros estados.

A primeira apresentação, aliás, foi fora do Brasil. Aconteceu em Moçambique, numa realização que envolveu ações sociais. “E continuamos a promover ações sociais por estas apresentações, dando espaço para pessoas de instituições de caridade, por exemplo, a vir assistir o espetáculo. Depende do nosso tempo na cidade. Pode acontecer de outras formas, como arrecadação de alimentos ou doação de parte da bilheteria para alguma entidade”, revela a atriz.

Como falar de amor sem dizer eu te amo? É a partir dessa pergunta retórica que Priscila Fantin e Bruno Lopes buscam para abordar o tema. Escrita por Wagner D’Ávila, a peça trata os dilemas dos relacionamentos contemporâneos por meio da história de dois viúvos que, cansados da solidão, decidem se aventurar e conhecer pessoas em um aplicativo de encontros.

Priscila ainda destaca que, neste espetáculo, não existe a “quarta parede”. “A interação com o público é constante e isso dá força à peça. Em cena, nos abrimos ao público e eles respondem”. “Precisamos falar de amor sem dizer eu te amo” tem tanta liga entre o casal, eles contam, que um novo projeto juntos já está em curso, mas ainda nada de spoilers. “Mas a peça ainda tem muito fôlego para rodar. Pode até ter uma segunda parte desta histórica, por que não?”, ela completa.

Erick Tedesco ([email protected])

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