Autonomia na produção e respeito ao meio ambiente (Foto: Divulgação)

Uma área que busca sustentabilidade a partir do equilíbrio entre a produção de alimentos no campo e o meio ambiente é a agroecologia. Uma iniciativa do Coletivo Oca, do Laboratório de Educação e Política Ambiental da Esalq/USP, desenvolve projeto no distrito de Tupi. O objetivo é desenvolver tecnologias sustentáveis e acessíveis para a comunidade visando solucionar problemas estruturais, como de saneamento básico e recuperação de ribeirões e córregos da sub-bacia do ribeirão Tijuco Preto, além de incentivar o uso do solo de maneira mais diversificada, sem agrotóxicos.

Os integrantes do projeto buscam ainda envolver a comunidade no projeto a partir da educação ambiental. “Este processo para além da construção de estruturas é a possibilidade de formação de autonomia para estas comunidades, e nesta situação que a educação ambiental pode contribuir muito”, conta Bruno Fernandes, pesquisador.

Fazem parte ainda do projeto a pesquisadora Nadia Oliveira, a estagiária Stella Oliveira e outros grupos do coletivo, como a Casa do Bem Viver, o Mutyro e o projeto Sanear. Contam com o apoio ainda da Associação dos Moradores de Tupi e da gestão do Horto de Tupi. Quem coordenada o Laboratório é o professor Marcos Sorrentino.

O projeto está em fase de elaboração do diagnóstico, ou seja, de levantamento das necessidades da comunidade. Fernandes lembra que, para a solução dos problemas, “não existe uma única receita de bolo. Apesar de termos neste movimento modelos para a questão do saneamento ou da produção de alimentos, cada contexto dirá qual e como devemos implementar estas estruturas”, pontua.

Andressa Mota

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