Armas foram apreendidas com os suspeitos (Crédito: Divulgação/Baep)

Quatro suspeitos de integrarem uma quadrilha que agia em comércios de Piracicaba e Charqueada foram presos pelo 10º Baep (Batalhão de Ações Especiais de Polícia), na madrugada de ontem. Eles foram localizados em uma residência, no Jardim Brasília, em Americana. Com eles, os policiais teriam localizado dois revólveres e um boné que teria sido usada durante um dos assaltos.

 

De acordo com o Setor de Comunicações do 10º Baep, os assaltos teriam ocorrido entre o último domingo (2) e terça-feira (4). Uma das ações criminosas, que ocorreu recentemente em uma padaria, no Jardim América, em Piracicaba foi flagrada pela câmera do sistema de segurança do estabelecimento.

 

Os policiais receberam informações sobre um veículo marca Fiat, modelo Palio (incluindo as placas) que teria sido usado para fuga em diversos roubos na região e consideram identificar que o carro constava um endereço no Jardim Brasília, em Americana. Os PMs conseguiram localizar o carro na garagem da casa e um dos suspeitos foi preso. Com ele nada de ilícito foi encontrado, mas os policiais realizaram uma pesquisa e confirmaram que o suspeito era foragido do sistema penitenciário de Hortolândia por envolvimento em roubo.

 

Ainda conforme os policiais, o suspeito indicou aos policiais, a localização dos comparsas, inclusive as armas usadas no assalto, que estaria na residência de um membro da organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), e responsável pela distribuição e venda de entorpecentes na região do Jardim dos Lírios, em Americana.

 

Os PMs fizeram um cerco na casa do outro acusado com apoio de equipes do Baep, onde mais dois integrantes da quadrilha teriam sido localizados, incluindo o membro do PCC. Na casa, os policiais também encontraram um revólver calibre 22 e 325 microtubos de cocaína. Os PMs seguiram até a casa do quarto suspeito de fazer parte do bando e mais um revólver calibre 32 com a numeração suprimida.

 

Todos os suspeitos foram conduzidos à DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Americana, onde prestaram depoimento e depois encaminhados à Cadeia de Sumaré, onde ficaram até serem apresentados às respectivas audiências de custódia.

 

 

Cristiani Azanha

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