Quando o transtorno dá espaço às descobertas e ao orgulho

Pessoas com TEA precisam de estímulos desde cedo Foto: Divulgação

Dia 18 de junho é dia mundial dedicado a esclarecer sobre características das pessoas com TEA

O 18 de junho é do Dia Mundial do Orgulho Autista. A data foi instituída para esclarecer a sociedade sobre as características únicas das pessoas diagnosticadas com algum grau do TEA – Transtorno do Espectro Autista – e tem o objetivo de normalizar a neurodiversidade, ou seja, o reconhecimento de que o funcionamento cerebral de algumas pessoas é diferente do que é considerado típico.

Há seis anos, Sueli Arvati Hoffman passou a se dedicar quase que exclusivamente a entender e viver o autismo depois que o filho caçula, Ian, de oito anos, foi diagnosticado com o distúrbio neurológico.

Do diagnóstico até agora, foram dias difíceis e outros compensadores, desde a ansiedade e do desconhecimento, Sueli e a família percorrem um caminho de descobertas, algumas delas estavam ali, no seio da família, outras ela obteve na pesquisa, participação de seminários, palestras e leituras e lives sobre o assunto.

Ian segue se desenvolvendo e envolvendo todos ao seu redor. Como toda criança de oito anos, cerca de uma família estruturada e carinhosa, ele vai à escola, tem uma vida social tranquila, amigos de infância, brinca e aprende a cada dia.

Na retaguarda, Sueli acompanha o filho na vida na rotina diária. “Ian é uma caixinha de surpresas, todos os dias nos surpreendemos com algo novo e que nos faz refletir sobre a vida”, define Sueli.

“Eu posso”. A frase, que é a marca de Ian, é também o combustível para que ele e a família sigam enfrentando e descobrindo o dia a dia, não abrindo mão do orgulho.

Beto Silva
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