Recadastramento está em 50% e cidade pode perder repasse do SUS

Prazo para enviar dados ao MS termina em dezembro; prefeitura oferece quatro opções à população | Foto: Claudinho Coradini/JP

O recadastramento da população na atenção básica de saúde do SUS (Sistema Único de Saúde) em Piracicaba ocorre desde outubro e vai até dezembro, mas segundo a SMS (Secretaria Municipal de Saúde) metade da população ainda não foi cadastrada. A ação é necessária para que a cidade não perca verbas do Ministério da Saúde, que agora é calculada segundo a população cadastrada e não pelo número de habitantes.


Para intensificar os recadastramentos, a secretaria oferece quatro formas para a população. A primeira é ir até uma unidade de saúde (CRAB ou UBS) do bairro ao qual pertence com comprovante de residência, RG, cartão do posto e cartão do SUS. A segunda é feita pelos agentes de saúde casa a casa. A terceira é via internet pelo formulário. E, a quarta, por meio de um qr code, o qual dá acesso ao recadastramento por meio da leitura pelo celular.


Neste sábado (7), agentes de saúde realizam recadastramento da população de abrangência de quatro bairros. Na Paulista, Vila Sônica e Parque Industrial os agentes passarão casa a casa, devidamente uniformizados, das 8h às 13h. Já na Vila Independência será das 9h às 14h.

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Em nota, a secretaria lembrou que a manutenção e melhoria dos serviços de saúde vão depender do sucesso desse recadastramento, por isso sua importância. “Antes o repasse financeiro do Governo Federal para o Município estava relacionado ao número de habitantes de uma cidade. Agora, com a nova regra, o repasse estará vinculado ao número de pessoas cadastrada no sistema. Por isso a necessidade de cadastrarmos toda a população da área de abrangência de cada unidade”, explica o secretário da saúde, Pedro Mello.


Para o secretário, a população da cidade sempre esteve à frente nos momentos decisivos para garantir sucesso às políticas públicas, por isso todos devem estar conscientes da responsabilidade da ação de se recadastrar na atenção básica. “O sucesso do recadastramento vai enfatizar essa marca, de uma cidade unida para o bem comum e, especialmente, para o bem dos que mais precisam do apoio do pode público, que são todos os usuários SUS da cidade”, diz.

Andressa Mota

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