Sedema disse que vai averiguar situação. (Claudinho Coradini/JP)

É corriqueiro ver equipes de varrição da Piracicaba Ambiental pelas ruas da cidade. São mulheres que coletam, semanalmente, quilos de resíduos urbanos, muitos deles que os munícipes sequer deveriam descartar no chão. A limpeza destes resíduos, no entanto, não é a realidade de moradores da rua Manaus, na Chácara Esperia, e arredores. Conforme denunciou uma moradora, Rakel Aguilera, nenhuma equipe de varrição chega ao local e eles mesmos precisam varrer e cuidar das respectivas ruas e calçadas.

“Somos nós quem varremos e catamos o lixo, cada moradora cuida da frente da sua casa. Isso acontece na minha rua e em ao menos mais quatro ruas para baixo”, conta Rakel, cuja rua é uma das principais daquele pedaço de Piracicaba, com acesso à estrada do Boiadeiro.

Parte do lixo jogado indevidamente nas calçadas e ruas dali, aponta a moradora, é devido ao vai e vem de pessoas que acessam o pátio da 13ª Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito), o prédio administrativo do Detran (Departamento Nacional de Trânsito), ao lado. “Pagamos impostos e queremos ter nosso direito”, reclama Rakel.

Questionada sobre a falta de varredoras na rua Manaus e no entorno, a Sedema (Secretaria Municipal de Defesa do Meio Ambiente) respondeu que “vai averiguar junto à Piracicaba Ambiental”, a empresa concessionária responsável pela coleta de lixo e varrição das ruas do município, a situação da referida rua”. Sem responder o questionamento do Jornal de Piracicaba sobre o por quê o local não está no plano de limpeza de ruas, tampouco indicou uma data para explicar o problema.

Erick Tedesco
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