Caso esse volume mínimo de pessoas não seja cadastrado (4.000), recursos federais serão cortados. (Foto: Claudinho/Coradini/JP)

As novas diretrizes do Ministério da Saúde para o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) estabelecem que cada Unidade de Saúde da Família (USF) atenda, em sua área de abrangência, até 4.000 pessoas, para que o repasse financeiro que vem sendo feito do MS para os municípios tenha continuidade em sua íntegra.

Caso esse volume mínimo de pessoas não seja devidamente cadastrado e coberto por cada USF, há o risco de perda de parte dos recursos federais, o que prejudicará toda a Rede de Atenção Básica.

Por isso, os Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) estão recadastrando os usuários das USFs diariamente a partir de visitas domiciliares. Trabalho que exige a colaboração da população, uma vez que os profissionais precisam ser bem recebidos e ter acesso às informações necessárias ao preenchimento dos dados de cada integrante do grupo familiar.

Existe a possibilidade de migração de certos usuários de uma determinada unidade para outra, sempre considerando a proximidade geográfica do usuário com a unidade de saúde definida. As unidades não poderão abranger um número de usuários menor do que o determinado pelo Ministério da Saúde.

No caso dos CRABS e UBSs, os cadastros, por enquanto, serão feitos nas próprias unidades. De acordo com o secretário de Saúde, Pedro Mello, “a população precisa se sensibilizar e contribuir para que esse processo se desenvolva com tranquilidade”.

Da Redação

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

7 − três =