População deve procurar o Crab ou a UBS, munidos de documentos e do cartão SUS (Foto: Claudinho Coradini/JP)

A SMS (Secretaria Municipal de Saúde) pede o apoio da população para fazer o recadastramento de usuários da Atenção Básica. Segundo a pasta, essa revisão é necessária e impacta os repasses do SUS (Sistema Único de Saúde), via Ministério da Saúde, para o município. A atualização pode ser feita nos Crabs e UBSs a qual o usuário pertence. Equipes dessas unidades também realizam visitas domiciliares para maior abrangência.

Aos sábados e domingos, os agentes de saúde visitam os bairros das 9h às 14h, com apoio de carro de som, “para alertar a população sobre a importância do recadastramento e necessidade de cada família receber os profissionais devidamente identificados”, diz a SMS em nota.

Ao procurar o Crab ou UBS, o usuário deve levar comprovante de residência, CPF, RG, Cartão do Posto e Cartão SUS.

Segundo a SMS, o valor médio do repasse para a Atenção Básica no município para os últimos dois anos foi de R$ 23 milhões em cada um. O valor per capta era calculado de acordo com a população da cidade estimada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Porém, com a mudança da metodologia do MS (Ministério da Saúde), “o cálculo para o repasse será com base no número de pessoas cadastradas no sistema. Por isso a necessidade do recadastramento”, informa.

Segundo a pasta, a meta é que todos os moradores das áreas de abrangências das 20 unidades de saúde da cidade, que são 11 UBSs e nove CRABs) realizem o cadastro ou o atualize até dezembro deste ano. “A manutenção e melhoria dos serviços de saúde ofertados à população vai depender do sucesso desse recadastramento”, continua a nota.

Para o secretário da Saúde, dr. Pedro Mello, a nova forma do MS enviar os repasses financeiros aos municípios é fundamental que a população esteja consciente da importância do recadastramento para a manutenção da qualidade dos serviços prestados pela rede pública de saúde.

“O sucesso do recadastramento vai enfatizar essa marca, de uma cidade unida para o bem comum e, especialmente, para o bem dos que mais precisam do apoio do pode público, que são todos os usuários SUS da cidade”, diz.

Andressa Mota

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