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Peça orçamentária de 2018 prevê arrecadação de R$ 1.788 bi. (Foto: Fabrice Desmonts/ Câmara de Vereadores)

A Câmara de Vereadores de Piracicaba aprovou ontem, sem emendas, a LOA (Lei Orçamentária Anual) 2019. A votação ocorreu durante duas reuniões extraordinárias. De acordo com o texto aprovado pela Casa, o orçamento do próximo ano prevê arrecadação de R$ 1.788 bilhão. As sete emendas apresentadas pelo vereador Laércio Trevisan Jr. (PR) receberam parecer contrário das comissões de Legislação, Justiça e Redação e de Finanças e Orçamento e o plenário acatou os pareceres rejeitando as propostas. O tucano Pedro Kawai retirou a emenda.

“Cumprimos mais uma etapa nossa gestão ao analisar e deliberar sobre o Orçamento de 2019. O trabalho agora será o de acompanhar e fiscalizar a execução por parte do Executivo”, destacou o vereador Matheus Erler (PTB), presidente da Casa, após as reuniões extraordinárias.

Durante a votação da LOA, as discussões giraram em torno da segurança. O vereador Laércio Trevisan Jr. (PR) solicitou o artigo 44 para ocupar o espaço da liderança de partido na tribuna da Câmara. “Não venho aqui para defender prefeito, mas as causas necessárias da população, baseado naquilo que está escrito na Constituição e na Lei Orgânica”, disse.

Um dos pedidos do parlamentar era R$ 150 mil para reforma e ampliação da Base da Guarda Civil na Praça José Bonifácio. Ele defendeu o espaço utilizado para segurança em um dos pontos mais movimentos da cidade. “Imagine se tirasse a base da Guarda do TCI (Terminal Central de Integração), aquela pequena base, com dois policiais, o que aconteceria naquele local?”, argumentou.
Já o vereador Lair Braga (SD) lembrou que a principal reclamação de quem trabalha e mora no entorno da praça é de que os guardas civis alocados na base não realizam a ronda, o que criaria maior sensação de segurança.

“Eu tenho o maior respeito pela Guarda Civil, mas não concordo com o comando da corporação”, disse o vereador.

A vereadora Adriana Cristina Sgrigneiro Nunes, a Coronel Adriana (PPS), disse que manter guardas, assim como policiais militares, em bases é uma tendência da segurança pública. “Antes, havia essa ideia de construir bases, mas hoje há uma prevalência em manter as rondas motorizadas pela rua.”

(Da Redação)

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