Semuttran incorpora mobilidade urbana e aposta na educação

O secretário José Vicente Caixeta Filho anunc i o u m u d a n ç a s n a Semuttran (Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte) de Piracicaba. As alterações começam pelo significado da sigla que passa a ser denominada Secretaria de Mobilidade Urbana, Trânsito e Transporte. Segundo o gestor, a integração da equipe de trabalho da Semuttran com as equipes de outras secretarias do município, Câmara de Vereadores, Ministério Público, empresas públicas e privadas e entidades classistas tem auxiliado a aceleração de projetos como a sinalização vertical e horizontal, remodelações viárias, revisão e redimensionamento de linhas de ônibus e campanhas voltadas para a melhoria no trânsito. “Muito trabalho, duro e extenuante, tentando resolver problemas e acreditando que nossa cidade possa melhorar ainda mais”, apontou.

De acordo com dados da Semuttran, em outubro de 2020 Piracicaba registrava 330.212 veículos, sendo desses 239.582 automóveis e 68.325 motocicletas. “Piracicaba (em torno de 400 mil habitantes) tem em média um automóvel para cada 1,67 habitante; já Campinas, por exemplo, tem 922.390 veículos (618.498 automóveis, aproximadamente 1 milhão de habitantes), o que daria algo em torno de um automóvel para cada 1,62 habitante”, afirmou Caixeta ao comentar o numero alto de veículos na cidade. eficiente). Segundo ele, a pasta tem projetos para tratar de forma equilibrada tanto a instalação de radares e câmeras de monitoramento como as práticas de educação no trânsito. “De qualquer forma, entendemos que ainda haja espaço para mais educação no trânsito, em “Piracicaba tem um automóvel para 1,67 habitante” Alessandro Maschio/JP detrimento das medidas punitivas representadas pelas multas”, falou.

O secretário disse que os agentes de trânsito deverão focar em atividades de orientação e não na autuação do motorista. Caixeta disse acreditar no aumento da mobilidade urbana da população, a partir de trânsito e transportes ainda mais adequados e integrados. Segundo ele, o cidadão que se utiliza do transporte público por ônibus acaba tomando essa decisão pelo fato de não ter um carro e associa que uma viagem mais rápida só ocorra a partir do uso de veículo particular, o que segundo ele, não é real.

Beto Silva

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