Série de piracicabano sobre cultura pelo mundo entra na Amazon

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What If Collab terminou no Brasil, em Manaus | Foto: Andesson Kleber

Léo Longo, filho do ilustre piracicabano Fausto Longo, junto à Diana Boccara, são os filmmakers responsáveis pela série What If Collab, que estreou ano passado no canal de Youtube do casal (Couple of Things) e, neste começo de 2021, entro para o catálogo da Amazon Prime Video. What If Collab, em oito episódios, narra a jornada de Diana e Leo visitando lugares que nunca haviam ido para criar collabs artísticas com artistas dos locais.

Os oito destinos escolhidos foram Joanesburgo, Tel Aviv, Copenhagen, Singapura, Hobart na ilha da Tasmânia, Toronto, Santo Domingo e Manaus. Em todos episódios é possível acompanhar o processo de criação e filmagem das collabs e também intensas e inspiradoras reflexões sobre tolerância, empatia e felicidade.

“Fizemos o projeto nos últimos três meses em que o mundo estava aberto, um mês antes do lockdown na Europa, em janeiro de 2020. Primeiro, tivemos uma sorte, porque ninguém sabia que isso aconteceria. Nossa logística, então, foi tranquila, apesar do cronograma apertado”, conta o piracicabano Longo.

Foram três meses viajando, mas eles tinham apenas sete dias em cada local. “Pouco tempo para chegar, se acomodar, conhecer a cidade, gravas as imagens da cidade, pesquisar os artistas, convidá-los, estabelecer relação de confiança, além de criar e filmar juntos”, ele conta.

A escolha das cidades teve um propósito, explica Diana. “Decidimos filmar cidades em todos os continentes, para que fosse uma volta ao mundo, e cidades diferentes entre si: com qualidade de vidaa muito alta, como Toronto, e outras em desenvolvimento, como a República Dominicana”.

A ideia era testar, em casa cidade, uma tese, que Longo explica. “Nossa tese era usar a arte como instrumento de conexão entre as pessoas. Provar se as pessoas convidadas, se numa collab artística, seriam estabelecidos laços de confiança tão legais de forma que a ampliasse a felicidade de todos”.

Por mais que carreguem um histórico e vivência cultural das cidades natais, como Piracicaba e São Paulo (no caso de Diana), Longo explica que buscam sempre chegar a um país sem qualquer tipo de referência, “para vivenciar o que ela tem de mais autóctone e original”.

No entendimento de Diana, a série chega em 2021 “com leveza e mensagens inspiradoras depois de um 2020 difícil. É algo que o mundo precisa”. E Longo complementa. “Ensina a combater as indiferenças e preconceitos, o What If Collab fala muito disso”.

Erick Tedesco

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