Sesc vai mapear projetos culturais e socioambientais da cidade

Formulário está disponível até 15 de fevereiro de 2021 | Foto: Claudinho Coradini/JP

Piracicaba é uma cidade que apresenta grupos, instituições e iniciativas socioambientais e culturais que pulsam sobre o território e que resistem e persistem com ações voltadas ao bem comum e ao interesse público. Neste contexto, o projeto EngrenAgem – Mapeamento Socioambiental e Cultural de Piracicaba, idealizado pelo Sesc Piracicaba, tem como intenção realizar o mapeamento dessas iniciativas, a fim de ampliar a visibilidade dos projetos e de facilitar a conexão de novos adeptos aos grupos já existentes ou articulações entre os próprios grupos e/ou instituições.


Para que seja possível fazer o mapeamento, o Sesc disponibiliza até o dia 15 de fevereiro de 2021, um formulário online que pode ser acessado e preenchido pelo link bit.ly/EngrenAgemSescPira.

O representante da organização ou entidade preencherá as informações que serão sistematizadas e disponibilizadas publicamente no ambiente virtual. O tempo estimado para preenchimento do formulário completo é de 45 a 60 minutos e mais informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected]

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Segundo Luiza de Oliveira Silva, agente de educação ambiental do Sesc Piracicaba, a intenção é que após esse mapeamento as informações dos grupos cadastrados fiquem disponíveis publicamente no ambiente virtual.

“Assim como uma engrenagem que imprime movimento e articulação entre as peças, o projeto objetiva incentivar a articulação entre grupos e facilitar a conexão de novos adeptos aos projetos existentes no território, trazendo visibilidade às diversas causas e fomentando o engajamento das pessoas em ações pautadas no interesse público”.

QUAIS INICIATIVAS PODEM PARTICIPAR
De acordo com o Sesc Piracicaba, podem participar do mapeamento coletivos, movimentos independentes ou redes; grupos de pesquisa ou de extensão universitária; associações, cooperativas, ONGs ou institutos; conselhos, comissões, comitês ou grupos de trabalho com participação popular; além desses, órgãos públicos ou iniciativas privadas com programas permanentes na área sociocultural ou ambiental também podem.

Andressa Mota | [email protected]

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