Setembro teve saldo de 159 postos de trabalho na cidade

No ano, segundo o estudo, o saldo é positivo de 1.500 vagas ante as 1.433 verificadas em 2018 (Foto: Claudinho Coradini/JP)

Piracicaba fechou o mês de setembro com saldo de 159 vagas de emprego. O desempenho positivo foi possível graças aos setores da indústria da transformação e comércio que geraram 62 e 27 postos de trabalho, respectivamente. Os dados foram divulgados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) da Secretaria de Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. O indicador mede as contratações e demissões dos setores no período.

No comparativo com o mesmo período do ano passado, a oferta de vagas neste mês de setembro está 52% menor que o registrado em 2018. Na época, o resultado positivo foi alcançado graças ao desempenho do comércio, da indústria de transformação, da construção civil e de serviços que somaram 332 vagas.

Já no acumulado deste ano, a cidade de Piracicaba registra um saldo positivo de 1.500 vagas ante as 1.433 verificadas em 2018.

GERAL

No panorama nacional a criação de empregos com carteira assinada foi beneficiada pelos serviços e pela indústria. Segundo dados divulgados pelo Caged 157.213 postos formais de trabalho foram criados no último mês.

A última vez em que a criação de empregos tinha superado esse nível foi em setembro de 2013, quando as admissões superaram as dispensas em 211.068. A criação de empregos totaliza 761.776 de janeiro a setembro, 6% a mais que no mesmo período do ano passado.

Na divisão por ramos de atividade, sete dos oito setores pesquisados criaram empregos formais em setembro. O campeão – em nível nacional – foi o setor de serviços, com a abertura de 64.533 postos, seguido pela indústria de transformação (42.179 postos). Em terceiro lugar, vem o comércio (26.918 postos).

O nível de emprego aumentou na construção civil (18.331 postos); na agropecuária (4.463 postos), no extrativismo mineral (745 postos) e na administração pública (492 postos). O único setor que demitiu mais do que contratou foram os serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento, com o fechamento de 448 postos.

Beto Silva
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