Taxa de ocupação da UTI é maior no setor privado

Cidade já totaliza 984 óbitos e 51.418 infectados

A taxa de ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da rede privada em Piracicaba registrou ontem um percentual maior que o verificado no setor público. De acordo com o boletim diário, a taxa de ocupação das instituições privadas estava em 87%, enquanto as vagas do SUS (Sistema Único de Saúde) estavam 85% ocupadas.

Com relação aos leitos de enfermaria, a rede pública apresentou taxa de 83% ante os 73% do setor privado. Ao contrário do que vinha ocorrendo desde o início da pandemia de covid-19, a Secretaria de Saúde passou a divulgar os percentuais de uso dos leitos intensivos e de enfermaria separadamente. Questionada sobre o motivo, a pasta justificou que ‘a mudança ocorre para melhor transparência na divulgação dos dados à população’.

Nos dados divulgados ontem, a Saúde de Piracicaba registrou mais oito óbitos, sendo seis homens de 47 a 88 anos e duas mulheres, de 48 e 59 anos de idade, totalizando 984 mortes. Piracicaba confirmou – nesta terça-feira – 229 novos casos da doença, aumentando o total de infectados para 51.418. A cidade tem ainda 520 casos suspeitos, 86.561 casos descartados e 48.365 pessoas recuperadas e outras 2.069 em tratamento. PRORROGAÇÃO Entrou em vigor ontem o decreto municipal prorrogando as medidas de restrição para o combate à pandemia do coronavírus até o dia 13. O documento foi editado conforme as regras estabelecidas pela fase de transição do Plano São Paulo de combate à pandemia.

As atividades consideradas não essenciais continuam autorizadas a funcionar presencialmente, das 6h às 21h, com limitação de até 40% da capacidade de atendimento. Se encaixam neste perfil restaurantes e similares, academias, salões de beleza, barbearias, academias, shoppings, galerias e cinemas.

Beto Silva

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