‘Terminais de integração são seguros’, diz Semuttran após mortes em coletivo urbano

Foto: Claudinho Coradini/JP

Segurança foi questionada após homem entrar armado no TCI e matar 3 pessoas no ônibus

Pesquisa realizada pela Prefeitura de Piracicaba no ano passado revela que os usuários do transporte coletivo não apontaram a segurança como problema. O Jornal de Piracicaba questionou a administração municipal sobre as ações desenvolvidas nos terminais urbanos da cidade em relação a segurança dos usuários do transporte público. A Semuttran (Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, Trânsito e Transportes) e a Guarda Civil informaram que nos seis terminais de integração do município a Guarda atua durante 24 horas e que todos esses locais possuem câmeras de monitoramento.

Segundo a pasta, Somente no TCI (Terminal Central de Integração) há um 20 guardas civis responsáveis pela segurança interna, com cinco profissionais atuando em cada plantão de 12 horas. De acordo com a prefeitura, os agentes de terminal (funcionários da empresa Tupi) também são orientados e sempre que notam algo suspeito solicitam o apoio da Guarda Civil.

Os terminais fechados com controle de entrada é outro fator voltado à segurança dos usuários, segundo a Semuttran. A pasta informou que, no processo de licitação em andamento para o novo contrato do transporte coletivo, está previsto que todos os veículos da frota deverão contar com monitoramento por meio de câmeras de segurança em seu interior. Os veículos terão ainda sistema de rastreamento e serão monitorados em tempo real pela Semuttran.

Em relação ao caso ocorrido na terça-feira (21) quando três passageiros foram mortos e outros três feridos a facadas no interior de um ônibus, a Guarda Civil informou que o acusado pelos crimes não apresentou atitude suspeita que justificasse a revista. As imagens das câmeras de monitoramento do TCI também foram disponibilizadas aos órgãos responsáveis pela apuração do caso. A prefeitura voltou a informar que lamenta o ocorrido e se solidariza com as famílias das vítimas e que a empresa que opera o transporte coletivo de Piracicaba, acompanha o caso.

Beto Silva
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