TJ concede liberdade para acusado de porte de arma

Foto: Divulgação

O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) concedeu liberdade provisória para um homem de 48 anos, que se envolveu em uma desavença com um policial militar da reserva, na última sexta-feira (18). Segundo a polícia, ele portava uma arma e teria se desentendido com os filhos do policial de 51 anos. O PM teria atirado quatro vezes em seu desafeto e alegou que agiu para defender seus filhos. Nessa confusão, o policial foi autuado em flagrante sob acusação de tentativa de homicídio e o homem por porte ilegal de arma.

Após serem apresentados à audiência de custódia, tanto o policial, como o homem tiveram a liberdade concedida pela Justiça. Até ontem, o homem ainda permanecia internado em estado grave na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da Santa Casa de Piracicaba. Ele permanecia sob escolta policial, mas após a concessão da Justiça, o acompanhamento da polícia foi cancelado.

No entanto, após se recuperar e ter condições de voltar para casa, tanto a vítima quanto o policial estão proibidos de mudar de endereço ou de ausentar-se da Comarca por mais de 15 dias, sem prévia autorização judicial, bem como comparecimento a todos os atos do processo. Recolhimento domiciliar no período noturno, das 22h às 6h. O descumprimento das medidas importará na revogação do benefício.
O CASO
O desentendimento ocorreu na Vila Rezende, na última sexta-feira (19). Segundo o boletim de ocorrência, os policiais militares foram acionados sobre uma denúncia de uma suposta troca de tiros. Quando chegaram ao local informado teriam localizado o PM aposentado, que alegou que seus dois filhos de 26 e 27 anos teriam se desentendido com um homem que portava um revólver. De acordo com ele, para evitar que seus filhos fossem atingidos, ele efetuou três disparos que atingiram as nádegas, abdômen e região lombar do desafeto.

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Cristiani Azanha
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