Encontros acontecem de 21 a 25 deste mês, nos canais oficiais da Cooperativa (Foto: Heitor Ercolini)

Em alusão ao movimento Setembro Amarelo, a Unimed Piracicaba promove, de 21 a 25 deste mês, nos canais oficiais da Cooperativa (Facebook, Instagram e YouTube), o 3o Fórum de Celebração à Vida – Mesmo Rio, Novas Águas, com série de lives sobre o tema. Os encontros contam com a participação de profissionais da área da saúde.

O presidente da operadora de planos de saúde, Carlos Joussef, lembra a importância de desmistificar o tema. “Precisamos nos voltar para a prevenção. Escutar quem está em sofrimento e tentar intervir em questões que podem ser gatilho entre jovens como bullying, violência, abuso e estresse, oferecendo suporte e saídas”, alertou.

Para abrir a temporada virtual, na segunda-feira (21), o dirigente da Instituição faz a abertura, seguido das psicólogas Gisleine Freitas e Marília Mota, que abordam sobre a recolocação profissional em situação de pandemia como fator protetivo ao suicídio. Terça (22) é a vez de discutir a condição hospitalar e o suicídio, com a psicóloga Luciana Ferracciu, a gerente de Recursos Próprios, Juliana Fructuoso, e o gerente-geral de estratégias em saúde da Cooperativa, Antonio Amaral; quarta (23), a relação do uso de álcool e drogas com a ideação suicida, com a psiquiatra Ana Paula Bechara e o psicólogo Carlos Pizzol; quinta (24) ganha destaque a saúde mental no trabalho como fator preventivo para risco de suicídio, com a psicóloga Tássia Urbano e a médica da família Cinthia Molina; e sexta (25), para encerrar, o comportamento de automutilação na infância e adolescência e a saúde mental em tempos de pandemia com a psiquiatra Ana Elisa Bertoldi e o psicólogo Ulisses Rocha. O fechamento da semana de lives acontece com o médico gestor de Recursos Próprios, Ernesto Valvano.

“Geralmente, a pessoa tira a vida porque tem alguma depressão ou outro transtorno mental, abusa de substâncias que vão, de alguma forma, influenciar o funcionamento dos neurônios e do comportamento”, afirmou o dirigente, que ressalta, ainda, que campanhas como essa conscientizam familiares e amigos de quem passa pelo problema.

Joussef defende que o assunto vai além do Setembro Amarelo. “Falar sobre isso de uma forma aberta, e não só em setembro, mas o ano inteiro, e com um olhar carinhoso e atento é extremamente fundamental. A chave da prevenção está na comunicação e na instrução adequada para todas as pessoas”, enfatizou.

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