Usuários aguardam há mais de um ano por posto médico no Tupi

Reforma e ampliação da unidade de saúde já teve três datas para reabertura, porém, ainda não foi aberto a população (Crédito: Claudinho Coradini/JP)

Moradores do Tupi aguardam há mais de um ano pela reforma e entrega da unidade do PSF (Programa Saúde da Família), que atende o bairro e região. Desde o início do ano passado, com o fechamento da unidade médica, os usuários passaram a usar o posto do Cecap.

Segundo a recepcionista Mariana Cristina Lopes de Jesus, a unidade foi fechada em março com a promessa de ser reaberta em setembro, o que não ocorreu.

A informação dada aos moradores é de que faltava concluir a rampa de acesso de deficientes e a conclusão da compra da mobília, o que adiou a entrega para novembro.

Sem cumprimento da segunda previsão, a última informação é de que a unidade seria reaberta na sexta-feira (10), o que também não se concretizou. Mariana disse que a maioria do bairro é formada por pessoas idosas, muitas delas com dificuldades de locomoção e que são obrigadas a irem para o Cecap de ônibus ou transporte por aplicativo. “Eu tive bebê e preciso levá-lo para os atendimentos no posto do Cecap”, contou a recepcionista. Ela disse que na segunda-feira telefonou para a unidade médica do Cecap em busca de informações sobre a reabertura do PSF do Tupi. A informação que me deram é de que não há data para começar o atendimento”, contou.

A assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde informou ontem que a reforma da unidade médica já foi concluída e o atendimento á população ocorre nos próximos dias.

INVESTIMENTO

Segundo a pasta, a reforma e ampliação foram concluídas na semana passada. O investimento foi de R$ 535.788 mil da parceria firmada com a Universidade Anhembi Morumbi com o município, e que beneficiará cerca de 3.600 usuários da rede pública de Saúde, que moram nos bairros rurais da região.

O secretário de Saúde Pedro Mello visitou o local esta semana e autorizou a mudança, o que deve acontecer nos próximos dias. “A reforma não só era necessária como era uma demanda da comunidade local. Para realizá-la tivemos que tomar algumas decisões que trouxeram certos transtornos aos seus usuários, mas que já foram superados com a colaboração de todos”, afirmou.

Beto Silva

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