Xilogravura é tema de oficinas gratuitas; inscrições já estão abertas

Foto: Claudinho Coradini/JP

Projeto estará em quatro locais e para público a partir dos 15 anos de idade

Muito popular na cultura nordestina com seus cordéis, a técnica de xilogravura – utilizada a partir do fim da Idade Média – é tema de oficinas gratuitas em quatro comunidades de Piracicaba. Idealizada e ministrada pelo artista Tony Azevedo, mestre em gravura, xilogravura, litogravura, linóleo gravura e monotipia, o projeto ‘A Impressão é a que fica – Xilogravura Itinerante’ também apresentará uma exposição. As inscrições para as oficinas já estão abertas e as vagas são limitadas – podem participar pessoas com idade acima de 15 anos. O uso de máscara será obrigatório bem como a apresentação de comprovante de vacinação contra a covid-19 nos locais das oficinas. O projeto 158209/2021 tem apoio da Semac (Secretaria Municipal de Ação Cultural) e fomento da Lei Emergencial Aldir Blanc.

Os interessados em acompanhar as atividades deverão fazer inscrição na própria comunidade onde o projeto estará instalado ou pelos contatos de Tony Azevedo, nos telefones (19) 3422-6396 ou 9 9188-8237. As oficinas serão sempre realizadas aos sábados e das 14h às 16h, de fevereiro a março.

A primeira oficina acontece no próximo dia 12 na Casa do Hop Hop (rua Jaçanã Altair Pereira Guerrini, 200, Pauliceia) – contato (19) 9 9198-8822, com Bira, líder comunitário. Na sequência, dia 26 de fevereiro, é a vez do Centro Cultural Vila África Faé (rua Paschoalina Orlando, 177, Vila Independência) – contato (19) 999875020, com a Marcinha.

Em março, dia 12, a Escola Municipal Antonio Boldrin (travessa Sylvio Bruzantin, Parque 0rlanda 1) recebe o projeto – contato: (19) 34251279, com o diretor Peterson Rigato. No fim do mesmo mês, dia 26, as atividades acontecem na Escola Municipal Francisco Mariano (rua Professora Laura Fernanda de Campo Ferrari, 47, Novo Horizonte) – contato: (19) 3434-9198, com o diretor Mauricio Brasil.

“É uma oportunidade de entrar em contato com a contextualização histórica da gravura, obras de arte, gravadores, técnicas por eles utilizadas e, o mais importante, experimentar o fazer artístico, com a preocupação de equilibrar a liberdade do olhar com a análise crítica constritiva, ampliando a experiência sociocultural dos alunos”, contextualiza Tony.

Cristiane Bonin
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